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sábado, 23 de maio de 2015

Medalha Cristiano Klingelhoefer - GCSP - 1954


Quando a gente acha que sabe tudo, sempre aparece uma coisa nova para fazer baixar a arrogância.
Esta medalha é a Cristiano Klingelhoefer. Foi criada pela antiga Guarda Civil Estadual a fim de premiar o primeiro colocado no seu Curso de Aperfeiçoamento.
Acontece que esta medalha era feita de ouro maciço, o que a tornava caríssima de fazer.
Por causa disso só foram entregues quatro exemplares desse prêmio que foram substituídos posteriormente por diplomas bem mais baratos.
         Ela não foi criada por nenhum Decreto, mas, num Boletim Geral da então GCSP.
Não se conhece nenhum exemplar sobrevivente.
Agradeço ao meu amigo Dr. Lauro Ribeiro Escobar pela informação preciosa.

domingo, 10 de junho de 2012

Medalha Mérito e Dedicação – APMBB - 1986


Durante o Curso de Formação de Oficiais, os Alunos Oficiais recebem tudo o que precisam para que possam estudar e levar adiante sua vida escolar.
Como em todos os órgãos de ensino superior, se faz necessário também a existência de um Diretório Acadêmico para dar um suporte a mais nos detalhes e facilitar a vida cotidiana do corpo de alunos.
Na Academia do Barro Branco alguns alunos são eleitos para compor o “Diretório Acadêmico XV de Dezembro”. Esse trabalho é feito de forma voluntária, cada um empenhando o pouco horário livre que um Aluno Oficial dispõe, para colaborar com todo o grupo.
Esse esforço é premiado pela “MERITO E DEDICAÇÃO”.
Além dos próprios Alunos Oficiais, outras pessoas que tenham colaborado para o mesmo fim também podem receber a medalha, informalmente conhecida como "Medalha do D.A."
A medalha Mérito e Dedicação já existia antes, mas, foi oficializada pelo Decreto Estadual 25348, de 4 de junho de 1986.

segunda-feira, 19 de março de 2012

Medalha Pedro Dias de Campos Correta

        Na postagem anterior mostrei uma medalha Pedro Dias de Campos errada.
        Agora a medalha na sua forma correta:

 
        Nesta medalha, o brasão e os dizeres são os correspondentes à época da Força Pública, mas, esta é a forma como está descrita no decreto de 1975 não da forma que está mostrada no item anterior.
        Isso muda até as feições gerais da medalha como um todo.
        Lendo o decreto de 1966 se observa que ele descrevia uma medalha que não correspondia nem à descrição da medalha anterior nem a desta postagem.
        As alterações de 1975 colocaram a descrição exatamente na forma acima, como deveria ser usada hoje.
        A medalha se destina ao primeiro colocado de cada curso de formação e aperfeiçoamento na PMESP.
        A medalha tem dois graus: bronze para os cursos de formação e aperfeiçoamento de praças e prata para os de oficiais.
        Criada pelo Decreto Estadual 46243, de 06 de maio de1966 alterado pelo Decreto n° 7.137, de 26 de novembro de 1975.

domingo, 18 de março de 2012

Medalha Pedro Dias de Campos... Errada!

Como disse na última postagem, algumas vezes, as pessoas cometem erros em determinado ponto do processo de feitura de uma medalha.
A medalha Pedro Dias de Campos que vou postar abaixo é um desses casos:



        Enumerei os erros que passo a descrever:

1 - Fita errada:               Primeiro erro: O decreto dessa medalha prevê fita de seda.
                                       O tecido dessa medalha é sintético além das cores estarem pintadas
                                       por cima e não fazem parte da trama do tecido. Ao menos, nesse caso, não se
                                       vê falhas grosseiras na pintura como algumas que veremos em outras
                                       postagens.
                                       Segundo erro: A fita não tem as faixas brancas entre a azul e a vermelha.

2 - A fita foi cortada: Para "encaixar" a fita no suporte, a fita foi cortada. Além de não ser previsto,
                                      isso fica muito feio.
                                      Esses detalhes desvalorizam o que era para ser uma pequena obra de arte.

3 - O suporte da fita está errado: Por fim, temos a grande incorreção neste modelo: o decreto prevê 
                                      dois florões nas laterais superiores, interligadas a fim de passar a fita. Por
                                      algum motivo que desconheço, esse detalhe (que dá outra "cara" à medalha),
                                      está feito em desconformidade com o decreto, num suporte só, por cima.
 
        A descrição da medalha de 1966 mencionava um florão preso a argola e contra-argola, o que daria uma fita suspensa à maneira francesa, nada como na imagem acima.
        As alterações feitas em 1975 ajustaram o decreto estadual ao tipo de medalha feito na época.(clique aqui)
        Ocorre que, em algum momento, ela começou a ser produzida da forma vista aqui.
       Imagino que o antigo fabricante leu apenas o decreto de 66 ignorando as alterações de 75, não seguindo nem uma nem outra norma.